quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A relevância do Complexo Amazônico Para a Economia Brasileira

     Antes de abordarmos a respeito da importância do complexo amazônico para a economia brasileira, vamos conhecer como o espaço geográfico se formou.
      O espaço geográfico amazônico tem princípio na política de proteção desse território que, segundo o tratado de Tordesilhas estava no domínio da coroa espanhola. Esta proteção fora exercida pela coroa portuguesa que no século XVII estava sob a submissão aos espanhóis. Portanto, fortes foram construídos, possibilitando uma configuração nova na paisagem amazônica, como o forte do presépio. Já em 1616, fundaram a cidade de Santa Maria de Belém, a qual é hoje Belém, a capital do Pará.
     Além das fortificações, que foram mais de 40, o espaço geográfico se expandiu na medida em que, a busca pelas drogas do sertão torna-se um rico negócio para os invasores.
     Com o ciclo da borracha (XIX e início do XX) essa região atraiu indivíduos de todas as partes, particularmente do nordeste brasileiro fugindo dos efeitos danosos do fenômeno natural da seca.  Cidades como Manaus e Belém tornaram-se prósperas. Mas, o período de esplendor da borracha chega ao fim, em virtude da concorrência externa, asiática, concorrência essa que, só sucedeu em razão da biopirataria de sementes da seringueira, que é típica da região amazônica.
     O espaço geográfico do complexo amazônico ganhou nova reestruturação mais evidente no período do regime militar com criação da Zona Franca de Manaus, da criação da polamazônia, das agrovilas, dos projetos agropecuários, das políticas de construção de grandes rodovias, de instalação de projetos de extrativismo mineral.
     Para a economia brasileira e para diminuir a mobilidade populacional é extremamente importante que, a Zona Franca de Manaus garanta mais empregos, desenvolvendo ainda mais a economia local. Também é relevante o extrativismo mineral para ampliar a oferta de empregos. Todavia, não se pode perder de vista o cuidado com o meio, respeitando as leis ambientais. Enfim, desenvolvimento socioeconômico do complexo amazônico, mas com sustentabilidade.
    

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