Histórico Geográfico

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Redução das taxas de fecundidade no Brasil


A redução nas taxas de fecundidades é um fenômeno verificado na escala mundial. Ela tem relação com a economia, cultura e com os progressos científicos. Tanto nos países desenvolvimentos quanto no Brasil, os fatores responsáveis para a diminuição das taxas de fecundidades são semelhantes, mas só que, no primeiro mundo foram reduzidas primeiramente.

No Brasil, fatores como o processo de urbanização, o ingresso da mulher no mercado de trabalho, os avanços na medicina aliado ao conhecimento e ao planejamento familiar possibilitaram o fenômeno da redução nas taxas de fecundidades. Em 1940, a taxa de fecundidade total apresentava 6,16 e nas décadas de 50 e 60 houve até um aumento, porém nas décadas seguintes o declínio foi bastante acentuado e no ano 2000 era de 2,38, e apresentando no ano de 2009 1,94, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Quanto à cultura, ou mais especificamente ao tempo de estudo, compare as tabelas:

Taxa de fecundidade total

 

Período
Ate 3 anos
1970
7,2
1980
6,2
1991
4
2000
3,5
2005
3

 

Taxa de fecundidade total

 

Período
8 anos ou mais
1970
2,7
1980
2,1
1991
1,8
2000
1,6
2005
1,4

                                                                                                                              Fonte: IBGE
Como vimos, os anos de estudos influenciam na taxa de fecundidade, pois a mulher moderna está inserida no mercado de trabalho, apesar de em alguns casos, receberem salários menores do que os homens.
E quando comparamos a área urbana x área rural, verificamos que o processo de urbanização reduz a taxa de fecundidade, pois, geralmente esse processo é acompanhado de políticas públicas como a educação, o saneamento básico, a saúde e outras.
Taxa de fecundidade total

 

Período
Urbana
1970
4,6
1980
3,6
1991
2,5
2000
2,2

 

Taxa de fecundidade total

 

Período
Rural
1970
7,7
1980
6,4
1991
4,4
2000
3,5

                                                                                                                               Fonte: IBGE

     
Todavia, a redução da taxa de fecundidade apresenta alguns efeitos como a diminuição da população economicamente ativa, envelhecimento da população, sérios riscos a renovação da população, em longo prazo, diminuição do número de habitantes, campanhas publicitárias para os casais terem filhos, aumento da carga previdenciária entre outros.

 

Referências:






 

 

 

 

terça-feira, 29 de outubro de 2013

A economia socialista de mercado chinesa


A China é um país milenar. Sua história é marcada por período de maior e menor produção cultural, tecnológico e artístico. Já foi império, república, e nos dias hodiernos experimenta um misto de socialismos e capitalismo, uma espécie de “economia socialista de mercado”.  

     É a partir da década de 1970, quando Deng Xiaoping chega ao poder que se inicia a modernização chinesa e a desmaoização do país. Vejamos algumas políticas adotadas pelo novo governo:

.reforma agrícola, disseminando o trabalho assalariado e a iniciativa privada no campo;

.permitiu o surgimento de pequenas empresas, além de formação de empresas mistas, objetivando o capital internacional;

.abriu zonas econômicas especiais, cidades abertas e portos abertos;

    Além dessas ações, que foram relevantes para o desenvolvimento chinês, alguns fatores locacionais atraíram várias empresas estrangeiras como: imensa mão de obra; baixos salários; isenção de impostos, controle do câmbio; moderna infraestrutura; disponibilidade de recursos naturais entre outros.

     Esta conjuntura possibilitou a ainda garante a economia chinesa crescer a taxas de 10% ao ano e segundo o FMI, crescerá no próximo ano, no caso 2014, 7,5%, há então uma redução, mas ainda é elevado, principalmente em relação ao Brasil, que crescerá segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), 2,5%.

      Mas, este crescimento econômico, que tirou milhões de chineses da pobreza e aumentou as desigualdades sociais, além de enriquecer, principalmente os políticos do Partido Comunista Chinês (PCCh), provocou sérios impactos ambientais, pois as empresas tinham permissão para poluir e não havia investimentos em preservação e recuperação ambiental.  As cidades chinesas estão entre as maiores poluidoras do mundo, e também seus cursos hídricos, que têm ocasionado doenças na população, e a grande parte dos recursos naturais estão se esgotando.

     Além disso, o crescimento econômico ampliou a desigualdade territorial. A região costeira é a que recebe mais investimentos, tornando essa área mais urbanizada, moderna e rica. Essa conjuntura tem provocado o êxodo rural, apesar da região central se caracterizar pela concentração demográfica.

     No campo internacional, principalmente no contexto econômico, a China tem chamado a atenção dos demais países por apresentar um grande crescimento econômico e tornando um dos maiores concorrentes dos Estados Unidos. O mercado chinês tem recebido forte investimento de capitais produtivos, mas também tem investido em mercados como em Angola e Sudão, objetivando recursos naturais para manter o seu crescimento industrial. Essa expansão tem recebido críticas, mas o governo chinês afirma que só querem fazer negócios e não impor nenhuma ideologia ou sistema político e econômico. Em 2001, a China entrou na OMC e possibilitou não só o acesso das empresas chinesas a outros mercados como também outras empresas estrangeiras terem acesso ao imenso e crescente mercado interno chinês.

 

 

 

domingo, 27 de outubro de 2013

A conjuntura atual dos ciganos na Europa

O Globo publicou uma matéria sobre a situação dos ciganos na Europa, berço da democracia, da liberdade e fraternidade. Acesse o link e leia para compreender a conjuntura atual dos ciganos na Europa: http://oglobo.globo.com/mundo/parias-europeus-ciganos-enfrentam-pobreza-preconceito-perseguicao-10553614.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

O conceito de sustentabilidade e os pontos de controvérsias



       Por sustentabilidade entendemos ser a política de usufruir dos recursos naturais sem comprometer a utilização desses mesmos para as gerações futuras. Esse conceito está de acordo com a Comissão Brundtland, que definiu a sustentabilidade como: aquele que atende as necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem as suas próprias necessidades. Mas, o desenvolvimento sustentável apresenta pontos de controvérsias como veremos alguns logo em seguida.
1º Até que ponto é justo usar os recursos naturais sem comprometer as gerações futuras?

2º A Biosfera retém os resíduos poluentes, fato, mas até que ponto?
3º As transformações tecnológicas – biotecnologia, tecnologias limpas – têm possibilidade para sustentar a Biosfera ou será necessário alterar nos modos de vida da população do chamado primeiro mundo?

      É possível usufruir dos recursos naturais no presente e garantir que as próximas gerações também desfrutem, isso pela via da sustentabilidade, apesar das controvérsias.

 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Protestos pelo aumento da tarifa de ônibus

     O protesto pelo aumento da tarifa de ônibus realizados em várias partes do país, como São Paulo e Rio de Janeiro ganhou proporções inesperadas. Milhares de brasileiros foram as ruas ( e enquanto redijo o texto ainda estão) protestar contra  o incremento das passagens, mas também do elevado custo de vida da população brasileira, principalmente as que moram em cidades com o Rio , que tem um dos mais elevados custo de vida do mundo. Bilhões de reais foram investidos em  construção de estádios de futebol, mas a saúde, a educação, a segurança, o saneamento básico são alguns pontos que as autoridades brasileiras parecem esquecer.
     Entretanto, as manifestações não podem resultar em vandalismos e nem as autoridades policiais usarem de violência. Particularmente, sou a favor dos protestos, mas sem vandalismo e violência, mesmo sabendo que em sua maioria resultará em conflitos.
    
 

Mao Tsé Tung

     Na Série Tiranos, a figura da vez é Mao Tsé Tung, que fundou o Partido Comunista Chinês e governou a China por décadas. Entenda mais a respeito deste personagem histórico assistindo o vídeo abaixo:

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Restrição a liberdade de expressão no Equador

     A liberdade de expressão e de imprensa são fundamentais para o conhecimento dos contrários, dos opositores, mas no Equador a assembleia nacional aprovou a lei da comunicação. Leia a reportagem na íntegra acessando o link abaixo:

http://oglobo.globo.com/mundo/assembleia-nacional-do-equador-aprova-lei-da-comunicacao-8690439

quinta-feira, 13 de junho de 2013

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Bolsa família evita êxodo rural por causa da seca

     Inspirado em dos programas de FHC, o programa Balsa Família do ex-presidente Lula possibilitou entre outros efeitos o êxodo rural de inúmeros sertanejos em virtude da seca. Leia a reportagem na íntegra acessando o link abaixo: 
http://exame.abril.com.br/economia/noticias/bolsa-familia-evita-exodo-rural-por-causa-da-seca

terça-feira, 28 de maio de 2013

A participação da vegetação na proteção do solo


     No ciclo hidrológico, as plantas são fundamentais, pois participam do processo de evapotranspiração e da intercepção, etapas do ciclo hidrológico. Por meio da evapotranspiração, as plantas liberam vapor de água, que fora retirado do solo pelas raízes e com a intercepção as plantas agem como escudos naturais diminuindo a velocidade e, portanto os impactos das águas pluviais no solo.
 
    
     Sem a cobertura vegetal, a região então atingida pelas chuvas tende a aumentar o processo erosivo e tornando o solo resistente a infiltração. Além disso, a impermeabilização do solo aumentará o transporte superficial de água, levando assim sedimentos para os rios e ocasionando assoreamento.
 
 

sábado, 25 de maio de 2013

As ações antrópicas e a degradação dos oceanos


 
      É com a Revolução Industrial que a degradação ambiental tem sua gênese nefasta. Vamos então, conhecer um pouco mais a respeito da degradação de ordem antrópica no ambiente marinho, sendo que, para isso, trataremos três atividades humanas. A primeira é a agricultura, prática antiga de domesticar plantas, a segunda, a pesca, também tão antiga quanto à agricultura e a terceira é a exploração dos hidrocarbonetos que é uma prática recente, mas que vem causando grandes impactos nos oceanos.

 Agricultura

     Não a prática de uma agricultura de subsistência, mas uma intensiva, quando esta faz uso demasiado de agrotóxicos, que em contato com o solo são levados pelas águas das chuvas aos rios e desses aos oceanos, contaminando-os. Portanto, uma agricultura não sustentável, que é pensada unicamente no aumento demasiado do capital, sem levar em consideração a preservação do solo, da sociedade, dos rios e dos oceanos é irracional e destrutiva.

Pesca   

      A pesca também degrada os oceanos, principalmente a industrial, pois reduzem a quantidade de cardumes, possibilitando assim, desequilíbrio na cadeia alimentar. Além da pesca ilegal, que extraem dos mares cardumes em jovens, que não procriaram. Sendo assim, essa atividade antrópica, desrespeita o ciclo de vida e empobrece o ecossistema marinho. Então, são necessárias práticas que respeite a comunidade marinha, que retire com equilíbrio os frutos dos mares para que as futuras gerações possam também desfrutar.

Petróleo   

      Por fim, tratemos da extração dos hidrocarbonetos, principalmente do petróleo. O petróleo é visto como recurso natural estratégico e político, devido ao seu valor econômico, mas a extração deve ser realizada com muito cuidado e tecnologia apropriada, pois quando ocorre um desastre ambiental, a comunidade marinha geralmente é intensamente afetada. A história registra muito casos, como o ocorrido em 2000 na Baia de Guanabara, no Estado do Rio de Janeiro, onde mais de um milhão de litros de óleo cru foram derramados e em 2010 no Golfo do México que é considerado um dos maiores já registrado.

    

sexta-feira, 24 de maio de 2013

A origem da água e o conceito de hidrologia


 
   Como surgiu a água na terra?
 
     Há várias teorias a respeito da origem da água na terra, mas a teoria prevalente ou dominante é aquela que explica que a atmosfera é resultado da liberação de gases das erupções vulcânicas. Dentre esses gases que formaram a atmosfera existe o oxigênio e o hidrogênio, que combinados deram origem ao vapor de água. Com o resfriamento do planeta, o vapor de água se condensou, dando origem a água na terra.

   Qual o conceito de Hidrologia?

   A hidrologia é a ciência que estuda a ocorrência hídrica, distribuição, circulação ou movimento e suas propriedades, além de sua relevância para a preservação dos organismos vivos no planeta.
 

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Perfil de Solo

     Podemos dizer que é uma parte vertical que inicia na superfície do solo e se prolonga até onde há a ação do intemperismo, revelando, na maioria das vezes, camadas horizontais denominadas horizontes. O perfil mostra a ação de vários fatores que favoreceram para a formação do solo, mostrando assim, a sua evolução histórica. Também pode ser conceituado como a menor porção da superfície da terra.
 
 

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Os elementos da paisagem no processo pedogenético


 
      No processo pedogenético verificam-se os seguintes elementos da paisagem: interflúvio, escarpa, encosta, pedimento e planície aluvial.

     Interflúvio é a parte do terreno mais elevado, se apresentando plana ou convexa. Nele a água pluvial se infiltra mais do que escorre, formando solos mais profundos e bastante intemperizados, caso o clima e o material parental condicione ou favoreça.

     Escarpa e encosta – segundo a Wikipédia a escarpa é: “... uma forma de relevo que é uma área de transição entre diferentes províncias fisiográficas que envolve uma elevação aguda (superior a 40º), caracterizada pela formação de um penhasco ou uma encosta íngreme”. Na escarpa existe uma intensa ação erosiva, impedindo a formação de solo, mas relevando afloramento de rochas. Já a encosta é uma área de intensa erosão, onde as águas das chuvas escorrem mais do que infiltram, nesse caso a ação da intemperização é pouca, mas verifica-se formação de solos rasos.

     Pedimento – é uma área que recebe material pré-intemperizado, oriundo da escarpa e da encosta, formando solos mais profundos e pedregosos.

     Planície aluvial – é uma superfície onde a água se acumula em profundidade pequena ou até na superfície do terreno, favorecendo a constituição de solos hidromórficos.

 

Referência


    

  

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Sustentabilidade - Reflorestamento PEPB

        O vídeo Sustentabilidade - Reflorestamento PEPB (Parque Estadual da Pedra Branca), localizado no município do Rio de Janeiro, trata do trabalho de reflorestamento e sua relevância para a sociedade e o meio ambiente. O ponto clímax é a entrevista com o Sr. Alex, encarregado do reflorestamento, que relata de forma coloquial o processo. O vídeo é uma produção dos alunos de licenciatura em Geografia da Universidade Salgado de Oliveira - UNIVERSO.


segunda-feira, 13 de maio de 2013

Uso e Conservação do solo

         Conservação do solo não é prática nada rentável para os grandes capitalistas, pois na ânsia do lucro cada vez mais elevado investir em sustentabilidade seria atrofiar os ganhos. Além disso, não podemos esquecer que as indústrias de fertilizantes e agrotóxicos participam da mesma conjuntura econômica que seus parceiros na exploração do solo, e também não querem ver os seus lucros serem levados pelo escoamento superficial até os rios, e de lá para o mar. Não!  Suas intenções são o incremento, o domínio do mercado, a exploração, o capital. Para o solo: compactação. Para quer entrar ar nas camadas mais abaixo? Para quer água infiltrando? Para quer percolar? Basta tão somente o primeiro horizonte, que já desgastado se apresenta sem vida, morto, mas que “ressuscita” por meio de fertilizantes, sendo apenas um meio da exploração capitalista. É o progresso! De quem? Do povo brasileiro? Na verdade, na verdade, vos digo: de meia dúzia.

        Ora, sabemos que a monocultura afeta diretamente os solos, pois reduz em muito os nutrientes, mas será que vão adotar a policultura? Adubação verde é uma boa prática, talvez por agricultor familiar, pois para os senhores do agronegócio é uma péssima ideia, pois reduziria o espaço geográfico da cultura lucrativa. Rotação de cultura nem pensar, pois a especulação e o lucro não deixariam. Não ter soja no ano que vem? Não tem álcool também! Os grandes usineiros estão cultivando tomate, porém no próximo ano estarão cultivando batata doce. Rotação, de quem essa ideia! No sistema capitalista isso é insensatez.

      Há um caminho que nos levará a um porto seguro, e os especialistas nos apontam o desenvolvimento sustentável, que além de conter indivíduos equilibrados, também existem os que se apoiam na esteira verde para condenar o sistema capitalista por inteiro, dos tais não sou, porém entendo que pode haver desenvolvimento equilibrado, que respeite e conserve o solo. Ele é indispensável para a produção de produtos primários e de muitos que serão transformados pelas industriais.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Nesse vídeo será apresentado o conceito de bacia hidrográfica e de comitês. Não deixe de conferir!

A Bacia Hidrográfica Como Unidade de Gestão e Planejamento


      O presente texto abordará questões como: definição de rede hidrográfica; seus principais elementos e relevância. Além disso, apontaremos a importância da bacia hidrográfica para a gestão dos recursos hídricos.


      Por rede hidrográfica entendemos ser uma determinada área drenada por um grande rio e seus afluentes. Corrobora com este conceito Waldenize Manoelina do Nascimento e Maria Garcia Villaça ao citar a definição proposta por Guerra: “A bacia hidrográfica foi definida segundo Guerra (1978, p.48), como um conjunto de terras drenadas por um rio principal e seus afluentes, p.3”.

      Os principais elementos que caracterizam uma bacia hidrográfica são: divisores de água; seção de controle; rede ou sistema de drenagem e forma da bacia hidrográfica. Os divisores de água são os limites da bacia, determinando a direção de fluxo da rede de drenagem. Seção de controle, que é lugar onde toda a água captada da bacia é drenada. Rede ou sistema de drenagem, que é formada pelo rio principal e seus afluentes ou tributários, sendo importante para o manejo de bacias hidrográficas. Por fim, temos a forma que se apresenta de modo diverso. Bacia com formato arredondada são susceptíveis a inundações.

       Por fim, vamos conhecer a relevância da bacia hidrográfica para a gestão dos recursos hídricos. Ora, sua importância é diversa como: uso nas atividades agrícolas, principalmente em regiões semiáridas, onde quem tem capital, pode fazer uso da irrigação; conservação da fauna e flora; pesca; recreação, uso doméstico e industrial. Concernente ao geoturismo Lílian Carla Moreira Bento e Sílvio Carlos Rodrigues expressa que:
Devido a beleza e à gama variada de atividades educativas e de aventura que podem ser realizadas em quedas d’água, esses locais despontam com grande potencial para serem aproveitados pela atividade turística p.12.

      Enfim, a bacia hidrográfica é essencial não somente pelos benefícios para a sociedade, mas também para toda vida que depende de sua riqueza natural. Portanto, sua gestão e planejamento devem ser realizados sob a perspectiva sustentável.

 
Referências:

Carla, Lílian Moreira Bentos e Carlos, Sílvio Rodrigues. Geomorfologia Fluvial e Geoturismo – O Potencial Turístico de Quedas D‘Água do Município de Indianópolis, Minas Gerais;

Manoelina, Waldenize do Nascimento e Garcia, Maria Villaça. Bacias Hidrográficas: Planejamento e Gerenciamento.

 

quarta-feira, 24 de abril de 2013

terça-feira, 23 de abril de 2013

Novo Nordeste 1

Ótima série de reportagens acerca da reestruturação do espaço capitalista no Nordeste brasileiro. Portanto, veja os demais vídeos e fique por dentro do que está acontecendo na primeira região brasileira que foi colonizada e explorada.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Desenvolvimento e meio ambiente são compatíveis?



      O homem sempre retirou a matéria-prima para sua sobrevivência do meio ambiente e essa ação variou no tempo e espaço. É com a Revolução Industrial que essa relação predatória se intensificou, promovendo grandes alterações e dando inicio aos impactos ambientais. Ora, as industriais necessitam dessa matéria-prima para ser transformada não pelas mãos talentosas dos artesões, mas pelas máquinas movidas a carvão mineral. As outras revoluções industriais que se seguiram só ampliaram a utilização dos recursos naturais e incrementaram os impactos ambientais.

     É na década de 60 do XX que a consciência com a preservação ambiental ganha fôlego e o desenvolvimento capitalista desenfreado torna-se alvo de críticas. No Brasil, o governo militar consciente das questões ambientais ignora em nome do desenvolvimento econômico. Entretanto, na Eco-92 o Brasil sobre os primeiros raios da democracia mostra-se uma consciência ambiental mais concreta, porém o índice de desmatamento só aumentava.

      Portanto, harmonizar desenvolvimento econômico com meio ambiente não tarefa fácil. De um lado temos um crescimento demográfico à taxa nunca presenciada na história humana, que necessitam dos recursos naturais. De outro temos um tipo de desenvolvimento econômico que não respeita o ritmo da natureza, promovendo impactos ambientais e criando nos críticos uma escatologia terrorista. Entretanto, no meio há os que acreditam no equilíbrio, na harmonia e para os adeptos o desenvolvimento sustentável é a política coerente para o progresso de um país, de uma nação, do planeta.

      Desenvolvimento e meio ambiente são compatíveis?

Sim. Mas segundo o desenvolvimento sustentável, que tem em suas políticas, a preservação, recuperação, o respeito ao ritmo do meio ambiente.

    

    

      

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