terça-feira, 28 de maio de 2013

A participação da vegetação na proteção do solo


     No ciclo hidrológico, as plantas são fundamentais, pois participam do processo de evapotranspiração e da intercepção, etapas do ciclo hidrológico. Por meio da evapotranspiração, as plantas liberam vapor de água, que fora retirado do solo pelas raízes e com a intercepção as plantas agem como escudos naturais diminuindo a velocidade e, portanto os impactos das águas pluviais no solo.
 
    
     Sem a cobertura vegetal, a região então atingida pelas chuvas tende a aumentar o processo erosivo e tornando o solo resistente a infiltração. Além disso, a impermeabilização do solo aumentará o transporte superficial de água, levando assim sedimentos para os rios e ocasionando assoreamento.
 
 

sábado, 25 de maio de 2013

As ações antrópicas e a degradação dos oceanos


 
      É com a Revolução Industrial que a degradação ambiental tem sua gênese nefasta. Vamos então, conhecer um pouco mais a respeito da degradação de ordem antrópica no ambiente marinho, sendo que, para isso, trataremos três atividades humanas. A primeira é a agricultura, prática antiga de domesticar plantas, a segunda, a pesca, também tão antiga quanto à agricultura e a terceira é a exploração dos hidrocarbonetos que é uma prática recente, mas que vem causando grandes impactos nos oceanos.

 Agricultura

     Não a prática de uma agricultura de subsistência, mas uma intensiva, quando esta faz uso demasiado de agrotóxicos, que em contato com o solo são levados pelas águas das chuvas aos rios e desses aos oceanos, contaminando-os. Portanto, uma agricultura não sustentável, que é pensada unicamente no aumento demasiado do capital, sem levar em consideração a preservação do solo, da sociedade, dos rios e dos oceanos é irracional e destrutiva.

Pesca   

      A pesca também degrada os oceanos, principalmente a industrial, pois reduzem a quantidade de cardumes, possibilitando assim, desequilíbrio na cadeia alimentar. Além da pesca ilegal, que extraem dos mares cardumes em jovens, que não procriaram. Sendo assim, essa atividade antrópica, desrespeita o ciclo de vida e empobrece o ecossistema marinho. Então, são necessárias práticas que respeite a comunidade marinha, que retire com equilíbrio os frutos dos mares para que as futuras gerações possam também desfrutar.

Petróleo   

      Por fim, tratemos da extração dos hidrocarbonetos, principalmente do petróleo. O petróleo é visto como recurso natural estratégico e político, devido ao seu valor econômico, mas a extração deve ser realizada com muito cuidado e tecnologia apropriada, pois quando ocorre um desastre ambiental, a comunidade marinha geralmente é intensamente afetada. A história registra muito casos, como o ocorrido em 2000 na Baia de Guanabara, no Estado do Rio de Janeiro, onde mais de um milhão de litros de óleo cru foram derramados e em 2010 no Golfo do México que é considerado um dos maiores já registrado.

    

sexta-feira, 24 de maio de 2013

A origem da água e o conceito de hidrologia


 
   Como surgiu a água na terra?
 
     Há várias teorias a respeito da origem da água na terra, mas a teoria prevalente ou dominante é aquela que explica que a atmosfera é resultado da liberação de gases das erupções vulcânicas. Dentre esses gases que formaram a atmosfera existe o oxigênio e o hidrogênio, que combinados deram origem ao vapor de água. Com o resfriamento do planeta, o vapor de água se condensou, dando origem a água na terra.

   Qual o conceito de Hidrologia?

   A hidrologia é a ciência que estuda a ocorrência hídrica, distribuição, circulação ou movimento e suas propriedades, além de sua relevância para a preservação dos organismos vivos no planeta.
 

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Perfil de Solo

     Podemos dizer que é uma parte vertical que inicia na superfície do solo e se prolonga até onde há a ação do intemperismo, revelando, na maioria das vezes, camadas horizontais denominadas horizontes. O perfil mostra a ação de vários fatores que favoreceram para a formação do solo, mostrando assim, a sua evolução histórica. Também pode ser conceituado como a menor porção da superfície da terra.
 
 

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Os elementos da paisagem no processo pedogenético


 
      No processo pedogenético verificam-se os seguintes elementos da paisagem: interflúvio, escarpa, encosta, pedimento e planície aluvial.

     Interflúvio é a parte do terreno mais elevado, se apresentando plana ou convexa. Nele a água pluvial se infiltra mais do que escorre, formando solos mais profundos e bastante intemperizados, caso o clima e o material parental condicione ou favoreça.

     Escarpa e encosta – segundo a Wikipédia a escarpa é: “... uma forma de relevo que é uma área de transição entre diferentes províncias fisiográficas que envolve uma elevação aguda (superior a 40º), caracterizada pela formação de um penhasco ou uma encosta íngreme”. Na escarpa existe uma intensa ação erosiva, impedindo a formação de solo, mas relevando afloramento de rochas. Já a encosta é uma área de intensa erosão, onde as águas das chuvas escorrem mais do que infiltram, nesse caso a ação da intemperização é pouca, mas verifica-se formação de solos rasos.

     Pedimento – é uma área que recebe material pré-intemperizado, oriundo da escarpa e da encosta, formando solos mais profundos e pedregosos.

     Planície aluvial – é uma superfície onde a água se acumula em profundidade pequena ou até na superfície do terreno, favorecendo a constituição de solos hidromórficos.

 

Referência


    

  

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Sustentabilidade - Reflorestamento PEPB

        O vídeo Sustentabilidade - Reflorestamento PEPB (Parque Estadual da Pedra Branca), localizado no município do Rio de Janeiro, trata do trabalho de reflorestamento e sua relevância para a sociedade e o meio ambiente. O ponto clímax é a entrevista com o Sr. Alex, encarregado do reflorestamento, que relata de forma coloquial o processo. O vídeo é uma produção dos alunos de licenciatura em Geografia da Universidade Salgado de Oliveira - UNIVERSO.


segunda-feira, 13 de maio de 2013

Uso e Conservação do solo

         Conservação do solo não é prática nada rentável para os grandes capitalistas, pois na ânsia do lucro cada vez mais elevado investir em sustentabilidade seria atrofiar os ganhos. Além disso, não podemos esquecer que as indústrias de fertilizantes e agrotóxicos participam da mesma conjuntura econômica que seus parceiros na exploração do solo, e também não querem ver os seus lucros serem levados pelo escoamento superficial até os rios, e de lá para o mar. Não!  Suas intenções são o incremento, o domínio do mercado, a exploração, o capital. Para o solo: compactação. Para quer entrar ar nas camadas mais abaixo? Para quer água infiltrando? Para quer percolar? Basta tão somente o primeiro horizonte, que já desgastado se apresenta sem vida, morto, mas que “ressuscita” por meio de fertilizantes, sendo apenas um meio da exploração capitalista. É o progresso! De quem? Do povo brasileiro? Na verdade, na verdade, vos digo: de meia dúzia.

        Ora, sabemos que a monocultura afeta diretamente os solos, pois reduz em muito os nutrientes, mas será que vão adotar a policultura? Adubação verde é uma boa prática, talvez por agricultor familiar, pois para os senhores do agronegócio é uma péssima ideia, pois reduziria o espaço geográfico da cultura lucrativa. Rotação de cultura nem pensar, pois a especulação e o lucro não deixariam. Não ter soja no ano que vem? Não tem álcool também! Os grandes usineiros estão cultivando tomate, porém no próximo ano estarão cultivando batata doce. Rotação, de quem essa ideia! No sistema capitalista isso é insensatez.

      Há um caminho que nos levará a um porto seguro, e os especialistas nos apontam o desenvolvimento sustentável, que além de conter indivíduos equilibrados, também existem os que se apoiam na esteira verde para condenar o sistema capitalista por inteiro, dos tais não sou, porém entendo que pode haver desenvolvimento equilibrado, que respeite e conserve o solo. Ele é indispensável para a produção de produtos primários e de muitos que serão transformados pelas industriais.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Nesse vídeo será apresentado o conceito de bacia hidrográfica e de comitês. Não deixe de conferir!

A Bacia Hidrográfica Como Unidade de Gestão e Planejamento


      O presente texto abordará questões como: definição de rede hidrográfica; seus principais elementos e relevância. Além disso, apontaremos a importância da bacia hidrográfica para a gestão dos recursos hídricos.


      Por rede hidrográfica entendemos ser uma determinada área drenada por um grande rio e seus afluentes. Corrobora com este conceito Waldenize Manoelina do Nascimento e Maria Garcia Villaça ao citar a definição proposta por Guerra: “A bacia hidrográfica foi definida segundo Guerra (1978, p.48), como um conjunto de terras drenadas por um rio principal e seus afluentes, p.3”.

      Os principais elementos que caracterizam uma bacia hidrográfica são: divisores de água; seção de controle; rede ou sistema de drenagem e forma da bacia hidrográfica. Os divisores de água são os limites da bacia, determinando a direção de fluxo da rede de drenagem. Seção de controle, que é lugar onde toda a água captada da bacia é drenada. Rede ou sistema de drenagem, que é formada pelo rio principal e seus afluentes ou tributários, sendo importante para o manejo de bacias hidrográficas. Por fim, temos a forma que se apresenta de modo diverso. Bacia com formato arredondada são susceptíveis a inundações.

       Por fim, vamos conhecer a relevância da bacia hidrográfica para a gestão dos recursos hídricos. Ora, sua importância é diversa como: uso nas atividades agrícolas, principalmente em regiões semiáridas, onde quem tem capital, pode fazer uso da irrigação; conservação da fauna e flora; pesca; recreação, uso doméstico e industrial. Concernente ao geoturismo Lílian Carla Moreira Bento e Sílvio Carlos Rodrigues expressa que:
Devido a beleza e à gama variada de atividades educativas e de aventura que podem ser realizadas em quedas d’água, esses locais despontam com grande potencial para serem aproveitados pela atividade turística p.12.

      Enfim, a bacia hidrográfica é essencial não somente pelos benefícios para a sociedade, mas também para toda vida que depende de sua riqueza natural. Portanto, sua gestão e planejamento devem ser realizados sob a perspectiva sustentável.

 
Referências:

Carla, Lílian Moreira Bentos e Carlos, Sílvio Rodrigues. Geomorfologia Fluvial e Geoturismo – O Potencial Turístico de Quedas D‘Água do Município de Indianópolis, Minas Gerais;

Manoelina, Waldenize do Nascimento e Garcia, Maria Villaça. Bacias Hidrográficas: Planejamento e Gerenciamento.

 

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