sábado, 25 de maio de 2013

As ações antrópicas e a degradação dos oceanos


 
      É com a Revolução Industrial que a degradação ambiental tem sua gênese nefasta. Vamos então, conhecer um pouco mais a respeito da degradação de ordem antrópica no ambiente marinho, sendo que, para isso, trataremos três atividades humanas. A primeira é a agricultura, prática antiga de domesticar plantas, a segunda, a pesca, também tão antiga quanto à agricultura e a terceira é a exploração dos hidrocarbonetos que é uma prática recente, mas que vem causando grandes impactos nos oceanos.

 Agricultura

     Não a prática de uma agricultura de subsistência, mas uma intensiva, quando esta faz uso demasiado de agrotóxicos, que em contato com o solo são levados pelas águas das chuvas aos rios e desses aos oceanos, contaminando-os. Portanto, uma agricultura não sustentável, que é pensada unicamente no aumento demasiado do capital, sem levar em consideração a preservação do solo, da sociedade, dos rios e dos oceanos é irracional e destrutiva.

Pesca   

      A pesca também degrada os oceanos, principalmente a industrial, pois reduzem a quantidade de cardumes, possibilitando assim, desequilíbrio na cadeia alimentar. Além da pesca ilegal, que extraem dos mares cardumes em jovens, que não procriaram. Sendo assim, essa atividade antrópica, desrespeita o ciclo de vida e empobrece o ecossistema marinho. Então, são necessárias práticas que respeite a comunidade marinha, que retire com equilíbrio os frutos dos mares para que as futuras gerações possam também desfrutar.

Petróleo   

      Por fim, tratemos da extração dos hidrocarbonetos, principalmente do petróleo. O petróleo é visto como recurso natural estratégico e político, devido ao seu valor econômico, mas a extração deve ser realizada com muito cuidado e tecnologia apropriada, pois quando ocorre um desastre ambiental, a comunidade marinha geralmente é intensamente afetada. A história registra muito casos, como o ocorrido em 2000 na Baia de Guanabara, no Estado do Rio de Janeiro, onde mais de um milhão de litros de óleo cru foram derramados e em 2010 no Golfo do México que é considerado um dos maiores já registrado.

    

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